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sábado, 10 de fevereiro de 2018

O QUE NOS FALTA É CONHECIMENTO, CERTO? Vamos pensar juntos, afinal, pensar é o que tem faltado a muitos.


Sou anarquista em essência. Penso que se todos os seres vivessem bem em comunhão, não seria necessário um Estado para gerir a sociedade. Mas somos egoístas desde o berço e isso faz com que alguém tenha que vir organizar a bagaça.

Então, cria-se o Estado para atender as necessidades de todos, recebendo impostos de modo a fazer com que a máquina estatal funcione em benefício da sociedade pela qual e para a qual algumas autoridades foram eleitas e outras estudaram em suas áreas e depois em concursos para fazer funcionar tudo que é necessário para as pessoas viverem bem dentro do sistema em que escolheram viver. Na teoria deveria funcionar.

O patrimônio do Estado é para garantir os direitos iguais – ainda que neste momento amplamente sonegados – de todos: saúde, educação, etc. A partir deste mínimo as pessoas deveriam conseguir o suficiente para lutar com os próprios braços e pernas.  Quando este patrimônio é vendido, ele fica a serviço dos seus proprietários, que visam lucro. Ponto. Não deverão satisfação a mais ninguém (salvo especificidades legais). Então, quando o Estado tiver vendido tudo e tiver que recorrer ao empresariado para devolver ao povo o que consta na constituição, deverá pagar o preço de mercado, correto?
Ao invés de escolas estruturadas e com professores respeitados e interessados no ensino, deverão pagar empresas o preço que essas quiserem cobrar?
Em lugar de devolver ao aposentado em benefícios como hospitais e atendimento digno, deverá comprar este atendimento para repassar ao povo e cumprir minimamente as Leis?
Quando for construir uma estrada, já que não terá fundações e autarquias que instruam  governo, como faz por exemplo, a FEE, ele terá que acreditar no que dizem os vendedores de projetos das empresas privadas?
Quando for imprimir o material necessário para uso interno, terá que cotar em diversas gráficas por que a sua – que dava lucro – está agora na mão de amigos.

Então chegará o momento em que o próprio governo perderá a razão de existir, não? Por que precisamos pagar rios de dinheiro para alguém nos dizer quem cobra o preço menor e entrega o serviço? Façamos nós mesmos! Aliás, para que o empresário vai precisar pagar o governo, se ele já é dono do campinho? Para que intermediários?


Fico em dúvida se quem defende a venda do patrimônio público é apenas ingênuo ou realmente cúmplice.

sábado, 27 de janeiro de 2018

braziu

Nasci juntinho com o AI-5.
Cresci sob a ameaça constante de, no caso de falar algo 'indevido', ter meus pais presos e minha irmã e eu sermos enviadas a um orfanato - ou pior! Uma vez vez cheguei em casa cantarolando trecho de música que ouvira na rua. "...caminhando contra o vento, sem lenço, sem documento...".
Imediatamente minha mãe me disse pra ficar quieta, fechou uma janela, me segurou pelos braços e disse, nervosa: "quer que teu pai seja preso?", NUNCA MAIS CANTA ESSA MÚSICA!"

E assim calei-me.
Nunca esqueci o medo de andar na rua e ver um capacete branco. Nunca esqueci os olhos de minha mãe naquele dia.

As pessoas que hoje tem toda a liberdade de falar TUDO que querem, inclusive ofensas e mentiras, clamando por novo governo ditatorial, nada sabem realmente sobre este medo. Riem, incrédulos, quando essa sombra se avizinha, acreditando que ditaduras se estabelecem apenas por força de armas. Servos voluntários pelo hábito, covardia ou participação (perversa) na tirania, acreditam-se detentores de uma verdade única, fechando olhos e ouvidos a quem ousa pensar diferente e à verdade de que todo um sistema corrupto precisa ser limpo desde a população e seus representantes, não sendo a condenação de um único homem a redenção de um lugar que nunca foi planejado para ser nação.

Lamentavelmente, somos arrastados por não-inocentes úteis ao poço que lhes é oferecido como salvação de algo que nem sabem o que é, mas, de que DIZEM SER O MAL.

Ler: http://br.rfi.fr/brasil/20180127-brasil-uma-democracia-em-decadencia
http://www.esdc.com.br/CSF/artigo_2007_11_Boetie.htm

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Somos grande mal do Brasil.

FUJAMOS ENQUANTO HÁ TEMPO!
É mais fácil mudar de país que mudar o país?
Já se perguntaram por que brasileiros tomam tanto antidepressivo? É só sair daqui e perceber que é o Brasil que nos faz mal.
Os brasileiros são corruptos, mal educados, arrogantes, incompetentes, intransigentes. Como as autoridades (eleitas ou não) poderiam ser diferentes? E quando se observa algo a alguém, mesmo para ajudar a resposta é sempre estúpida e grosseira. Estou generalizando? Com certeza. Mas a generalização ocorre pela maioria. E infelizmente, é verdade. A pessoa sai do Brasil e volta arrotando a cultura e a educação de outros povos. Mas aqui ela joga lixo no chão e quer burlar tudo que for possível para levar algum tio de vantagem. Minto?
Aeroporto, primeira parada, muitas pessoas cansadas, com saudades de casa. O que faz a funcionária da PF? Chama com a mão e uma cara de poucos amigos, não responde ao cumprimento, não olha na tua cara para conferir a foto, abre e fecha o passaporte, e faz um sinal um sinal com a mão, torcendo a boca, naquele movimento típico de quem só quer que tu sumas dali. Bom dia pra ti também!
Farmacêuticos e atendentes não te vendem remédio, alegando que a receita do dia 1/10 não vale mais em 31/10, mostrando a Lei que diz que a prescrição perde a validade após  “30 dias corridos a contar do dia posterior à prescrição.” Mas o dia anterior foi dia 30, então não vale mais!! Anvisa e vigilância sanitária concordam que é apenas um erro matemático deles que não conseguem somar 1 + 30, mas não podem fazer nada e farmacêutica fica tirando sarro da tua cara e fazendo as pessoas darem risada da própria ignorância (sim, ação de danos morais encaminhada.)
A operadora de cartão de crédito se nega a reconhecer a determinação da justiça de uma pessoa ser curadora da outra para resolver cobranças indevidas, mas não tem nenhum problema em cobrar da pessoa os valores devidos e indevidos. Mesmo que estejas NA AGÊNCIA, com a opção do menu telefônico “estou na agência” falando com o funcionário do banco, ligando da agência ela insiste: ela tem que ir na agência. A pessoa interditada.
Quem faz isso? PESSOAS. PESSOAS COMO NÓS TODOS SOMOS. Não existem OUTROS  que devem melhorar, só existimos NÓS. É só burrice? Má vontade? Ou apenas estão anestesiados e sem vontade?
A passagem de ônibus em Porto Alegre está em 4,05. Mas os ônibus já escassos vão diminuir em 2018, muitas pessoas ficarão desempregados e ficaremos mais de uma hora nas paradas para sermos assaltados, pois talvez em algum momento haja apenas um carro em cada direção na linha ou talvez um fazendo todo o trajeto. O problema são as “autoridades”, ou é com você, que prefere só ficar em casa reclamando e tomando calmante, diante da televisão?
Temos terras cultiváveis durante todo o ano, variedade incontáveis de produtos alimentícios, de alternativas para todo tipo de tecido, temos muitas pessoas dispostas a trabalhar, pessoas criativas, geniais. Mas a maioria só quer um emprego (não trabalho) em que ganhe muito, trabalhe pouco e tá pouco se lixando pro resto.
Por que tantas pessoas doentes? Por que com tantos benefícios da natureza, preferimos nos envenenar sendo más pessoas? Na Noruega você pode esquecer a bolsa no ônibus e voltar para recuperá-la com todos os pertences dentro? Aqui pode ser assim, basta que a gente queira. Se você olhar um objeto que não lhe pertence e deixar onde está, certamente o dono voltará para buscar. Simples.
É O BRASIL QUE NOS DEIXA DOENTES. É você que nos deixa doentes. Você que se torna doente.

Todas as suas atitudes continuarão dentro de você, impregnadas. Prefere que sejam coisas boas ou más? O QUE SE LEVA DESSA VIDA É A VIDA QUE SE LEVA. Mais nada.

sábado, 1 de julho de 2017

A PASSIVIDADE PATÉTICA DE MILHÕES DE PESSOAS

Lembro que há pouco mais de um ano algumas pessoas completamente desorientadas achavam que o Brasil se tornaria algo próximo de uma Venezuela atual.

Pois vejam: pouco diferimos, AGORA, da Venezuela de hoje, já que somos absolutamente ignorados, a impunidade é mais que estarrecedora, pessoas ficam embotadas em frente à televisão, vendo passivamente seus direitos serem vilipendiados sem sequer conseguir acesso digno ao pão e ao circo. Até por que o circo já pegou fogo e os artistas são considerados alguns dos grandes vilões do incêndio.

CORRIJO-ME: nossos vizinhos tem a coragem de ainda ir às ruas gritar por justiça, mesmo agredidos com requintes de crueldade.
Mas, por falta de acesso ao petróleo daquele país, organizações estrangeiras pouco se importam com seu futuro. Talvez até pensem que seja melhor aguardar que todos se matem para vir recolher os despojos.

Sob pretexto de reformar para crescer, no Brasil vemos nossos direitos trabalhistas completamente pisoteados sob as botas de quem ri da nossa trágica submissão. Nosso direito à educação de qualidade açoitado por mudanças cujo único objetivo é manter, como no livro de George Orwell, o poder e a riqueza na mão daqueles que detém o conhecimento. Mesmo quem PAGA pela possibilidade de ter atendimento digno na saúde, sofre com o total descalabro que assola o país em todos os níveis de necessidades e simplesmente NADA acontece.

Em que outro lugar INCONTÁVEIS TRILHÕES são sonegados, desviados, roubados sem que a indignação produza reações concretas e ainda se cogita legalizar esses recursos?

Como não secar por dentro? Como não vergar diante da força da PASSIVIDADE PATÉTICA DE MILHÕES DE PESSOAS que se impõe como uma parede gigantesca contra quem ainda ousa reagir?

Minha voz tem hoje um volume mais baixo. Há poucos meses éramos tão, tão poucos na Praça da Matriz em Porto Alegre, que em determinado momento, disfônica, sequer tinha força para chorar. As lágrimas brotavam desesperadas no silêncio. Recebi abraços de quem eu não conhecia, irmanados que estávamos no desespero e agora, na desesperança.

Limito-me hoje à batalha em campo profissional no intuito egoísta de não me sentir lesada sem luta.

A vergonha que sinto de dizer-me brasileira só não é maior por que meus pais e avós não podem ver o que nos tornamos. Como dizer-me "humana"?

Pouco (e muito!) ainda me mantém aqui. Não sei por quanto tempo.

sábado, 13 de maio de 2017

JL

Levo o calor do olhar que recebi
A alegria do riso que ouvi
O amor de tudo que senti
Levo pra sempre a vida que vivi

Contigo 

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

As doenças que temos são criadas por nós?

Muito interessante este estudo
A doença como caminho...

  Este texto é uma indicação de leitura do livro "A Doença Como Caminho",  de Thorwald  Dethlefsen e Rüdiger Dahlke, que trata do conteúdo psicológico associado a vários tipos de doenças e incidentes, os quais, por não conseguirmos trabalhar  (montar adequadamente em nossa  psiquê), passam a fazer parte da nossa "sombra".
  Esses traumas psicológicos não sendo percebidos conscientemente, acabam por se manifestar em nosso corpo físico, para que possamos vivenciá-los, para superar e integrar seus consequentes desafios e ensinamentos.
A nosografia é uma prática milenar que se constitui na descrição sistemática das doenças, que é exatamente do que trata o livro aqui indicado.

  Focar a causa das doenças nos leva à questão de qual a memória/lembrança a ser resgatada pela pessoa  (bem como do entendimento do porque da experiência de vida dolorosa pela qual está passando), de modo a tornar-se novamente uma manifestação da perfeição universal. 
Aqui estão apenas algumas das doenças listadas e num resumo muito geral,
contendo apenas a parte de questões levantadas em alguns capítulos, além de
um texto na íntegra sobre "depressão", para servir como exemplo.

      Infecção - um conflito que se materializou
      Quem mostra predisposição a inflamações está tentando evitar
conflitos.    No caso de contrairmos uma doença infecciosa, devemos nos
fazer as seguintes perguntas:
      1 - Qual o conflito existente em minha vida que até agora eu não
vejo?
      2 - Que conflito estarei evitando?
      3 - Que conflito tento fingir que não existe?
      Para descobrir que conflito se trata, basta prestar atenção ao
simbolismo do órgão afetado ou da parte doente do corpo.

      Alergia - uma agressividade que se materializou
      A pessoa alérgica deve fazer a si mesma as seguintes perguntas:
      1 - Por que não suporto tomar consciência da minha agressividade, e a
transfiro para a manifestação corporal?
      2 - Quais âmbitos da vida me inspiram tanto medo que procuro
evitá-los?
      3 - Para que temas apontam os meus alérgenos?
      4 - Até que ponto uso minha alergia para manipular o meio ambiente?
      5 - Como encaro o amor, qual é a minha capacidade de amar?

      Respiração - Assimilação da Vida
      No caso de doenças que tenham relação com a respiração, a pessoa
doente deve fazer a si mesma as seguintes perguntas:
      1 - O que me faz sentir falta de ar?
      2 - O que me recuso a aceitar?
      3 - O que estou evitando dar?
      4 - Com o que não desejo entrar em contato?
      5 - Acaso terei medo de dar o passo para uma nova liberdade?

     Asma
      Perguntas que a pessoa asmática deve fazer a si mesma:
      1 - Em que âmbitos da vida quero receber sem dar nada em troca?
      2 - Consigo confessar conscientemente minhas agressões?  Que
possibilidades disponho para expressá-las?
      3 - Como lido com o conflito entre a vontade de dominar  e  a sensação
de inferioridade?
      4 - Quais setores da vida valorizo e quais rejeito?  Posso sentir
algo do medo que fundamenta meu sistema de valores?
      5 - Quais setores da vida procuro evitar por considerá-los sujos,
baixos, ignóbeis?

Não se esqueça: sempre que se sente uma limitação, ela de fato é medo!
O  único modo de combater o medo é expandindo-se. A expansão ocorre se a pessoa deixar entrar aquilo que até agora rejeitou, ou seja pesquise, vá conhecer o que rejeita, e racionalizará as razões de seu medo!

      Males Estomacais e Digestivos
      No caso de males estomacais e digestivos devemos nos fazer as
seguintes perguntas:
      1 - O que não posso ou não quero engolir?
      2 - Algo está me moendo por dentro?
      3 - Como lido com meus sentimentos?
      4 - O que me deixa tão azedo?
      5 - Como expresso a minha agressividade?
      6 - Como fujo dos conflitos?
      7 - Existe em mim, alguma saudade reprimida de um paraíso infantil,
livre de conflitos, em que eu só seja amado e cuidado, sem precisar me
esforçar para nada?

      Doenças Hepáticas
      A pessoa que sofre do fígado deve fazer a si mesma as seguintes
perguntas:
      1 - Em que âmbitos perdi a capacidade de fazer uma avaliação e uma
discriminação corretas?
      2 - Onde é que não consigo mais decidir entre aquilo que posso
suportar e aquilo que é um "veneno" para mim?
      3 - Em que sentido ando cometendo excessos?    Até que ponto estou
voando alto demais" (ilusões de grandeza) e onde venho ultrapassando os
limites?
      4 - Acaso me preocupo comigo mesmo e com o âmbito da minha
religiosidade”, de minha religação com a fonte primordial?    Ou o mundo da
multiplicidade está impedindo minha percepção        intuitiva?    Os temas
filosóficos ocupam uma parte muito pequena na minha vida?
      5 - Confio nos outros?

      Doenças dos Olhos
      Quem tiver problemas com os olhos, ou seja, com a visão, deve em
primeiro lugar abandonar por um dia seus óculos (e/ou lentes de contato) e
viver conscientemente a situação honesta de vida  criada pelo fato.
Depois desse dia, deve fazer um relatório honesto, descrevendo o modo como
viu o mundo e  as experiências que teve, o que pôde e o que não pôde fazer,
no que foi impedido pela falta de  visão, como lidou com o ambiente exterior
etc. Um  relatório como esse deve fornecer-lhe material suficiente para
poder conhecer melhor sua personalidade, seu mundo e seu modo de ser.
      Essencialmente, deve responder às seguintes perguntas:
      1 - O que não desejo ver?
      2 - Minha subjetividade tem impedido meu auto-conhecimento?
      3 - Deixo de ver a mim mesmo nos acontecimentos?
      4 - Uso a visão para obter uma percepção mais elevada?
      5 - Tenho medo de ver os contornos rígidos (definidos) das coisas?
      6 - Posso suportar, afinal, ver as coisas como elas são?
      7 - Qual o âmbito de minha personalidade de que procuro desviar o
olhar?

      Doenças do Ouvido
      Quem tem problemas com os ouvidos, ou seja, com o ato de ouvir, deve
de preferência fazer a si mesmo as seguintes perguntas:
      1 - Por que não estou disposto a prestar atenção ao que os outros
dizem?
      2 - A quem ou a que não desejo obedecer?
      3 - Há equilíbrio entre os dois pólos de minha personalidade, o
egocentrismo e a submissão?

      Dores de Cabeça
      Quem sofrer de dores de cabeça o tiver enxaquecas deve fazer a si
mesmo as seguintes perguntas:
      1 - Com que estou "quebrando a minha cabeça"?
      2 - O "em cima" e o "embaixo" estão num equilíbrio dinâmico dentro de
mim?
      3 - Estou me esforçando demais para subir?  (cobiça)
      4 - Sou um cabeçudo e tento derrubar os obstáculos com a cabeça?
      5 - Tento substituir a ação pelo pensamento?
      6 - Estarei sendo honesto no que se refere aos meus problemas
sexuais?
      7 - Por que transfiro o orgasmo para a cabeça?

      Doenças de Pele
      Quem teve afecções cutâneas deve fazer a si mesmo as seguintes
perguntas:
      1 - Acaso estarei me isolando demais?
      2 - Qual é a minha capacidade de estabelecer contatos?
      3 - Por trás da minha atitude defensiva não haverá um desejo de
intimidade?
      4 - O que será que deseja atravessar os limites a fim de se tornar
visível
            (sexualidade, desejo, paixão, agressividade, satisfação)?
      5 - O que é que de fato está "coçando" dentro de mim?
      6 - Acaso resolvi viver no ostracismo?

      Doenças Renais
      Quando temos alguma coisa nos rins devemos fazer a nós mesmos as
seguintes perguntas:
      1 - Quais problemas me afligem no âmbito conjugal?
      2 - Acaso tenho tendência a estagnar na projeção e, desta forma, a
considerar os erros do meu parceiro como problemas que só dizem respeito a ele?
      3 - Deixo de ver a mim mesmo no modo como o meu parceiro se comporta?
      4 - Ando me apegando a velhos problemas e, deste modo, interrompendo o fluxo do meu próprio desenvolvimento?
      5 - A que salto para o futuro meu cálculo renal está tentando me
estimular?
Os males da Bexiga
      Doenças na bexiga sugerem as seguintes perguntas:
      1 - A quais âmbitos me apego, embora ultrapassados, e só à espera de
serem eliminados?
      2 - Em que ponto me coloco sob pressão e a projeto para os outros
(exames,  o chefe)?
      3 - Que assuntos gastos devo abandonar?
      4 - Por que choro?
   Doenças Cardíacas
      No caso de perturbações e doenças cardíacas devemos fazer as
seguintes perguntas:
      1 - Há equilíbrio entre meu coração e minha cabeça, entre a
compreensão e o sentimento?    Eles estão em harmonia?
      2 - Dou espaço suficiente para meus próprios sentimentos, me atrevo a
demonstrá-los?
      3 - Vivo e amo de todo coração ou apenas participo, sem grande
entusiasmo?
      4 - Minha vida transcorre num ritmo animado ou a forço a dotar um
ritmo rígido?
      5 - Ainda há combustível e explosivos suficientes em minha vida?
      6 - Tenho escutado a voz de meu coração?

      Distúrbios do Sono
      A insônia deve servir de motivo para se fazer as seguintes perguntas:
      1 - Até que ponto dependo do poder, do controle, do intelecto e da
observação?
      2 - Acaso posso me desapegar?
      3 - Como desenvolvo minha capacidade de entrega e minha sensação de
uma  confiança básica?
      4 - Acaso me preocupo com o lado sombrio da minha alma?
      5 - Quão grande é o meu medo da morte?    Já me reconciliei o
suficiente com ela?

      Uma necessidade exagerada de dormir suscita as seguintes questões:
      1 - Ando fugindo da atividade, da responsabilidade, da
conscientização?
      2 - Vivo num mundo quimérico e tenho medo de acordar para a realidade da  vida?

      Lista das Correspondências Psíquicas dos Órgãos e Palavras-chave para as Partes do Corpo
      Bexiga - Pressão, desapego.
      Boca - Disposição para receber.
      Cabelos - Liberdade, poder.
      Coração - Capacidade de amar, emoção.
      Costas - Correção.
      Dentes - Agressividade, vitalidade.
      Estômago - Sensação, capacidade de absorção.
      Fígado - Avaliação, filosofia, religiosidade.
      Gengivas - Desconfiança.
      Intestino delgado - Elaboração, análise.
      Intestino grosso - Inconsciente ambição.
      Joelhos - Humildade.
      Mãos - Entendimento, capacidade de ação.
      Membros - Movimentos, flexibilidade, atividade.
      Músculos - Mobilidade, flexibilidade, atividade.
      Nariz - Poder, orgulho, sexualidade.
      Olhos - Discernimento.
      Ouvidos - Obediência.
      Órgãos genitais - Sexualidade.
      Ossos - Firmeza, cumprimento das normas.
      Pele - Delimitação, normas, contato, carinho.
      Pênis - Poder.
      Pés - Compreensão, firmeza, enraizamento, humildade.
      Pescoço - Medo.
      Pulmões - Contato, comunicação, liberdade.
      Rins - Parceria, discernimento, eliminação.
      Sangue - Força vital, vitalidade.
      Unhas - Agressividade.
      Vagina - Entrega.
      Vesícula biliar - Agressividade.
    A Depressão
      Depressão é um termo geral para um quadro sintomático que vai de um
mero sentimento de abatimento até uma perda real da motivação para viver, ou a assim chamada depressão endógena, que é acompanhada de apatia absoluta.
      Ao lado da inibição total das atividades e de uma disposição abatida
de ânimo, encontramos na depressão sobretudo um grande número de sintomas colaterais físicos, como cansaço, distúrbios do sono, falta de apetite, prisão de ventre, dores de cabeça, taquicardia, dores na coluna, descontrole menstrual  nas mulheres e queda do nível corporal da energia.

      A pessoa depressiva é atormentada pela sensação de culpa e vive se
auto-repreendendo; está sempre ocupada em voltar às boas (fazer as pazes) com tudo.    A palavra depressão deriva do verbo latino deprimo, que significa "subjugar" e "reprimir". A questão que surge de imediato se
refere ao que  a  pessoa deprimida sente, se está sendo subjugada ou se está de fato reprimindo alguma coisa. Para responder à questão temos de
considerar três âmbitos relativos ao assunto:

      1 - Agressividade:
    Num trecho anterior do livro dissemos que a agressividade que não é
exteriorizada acaba por se transformar em dor física. Poderíamos
completar essa constatação ao dizermos que a agressividade reprimida leva, no âmbito psíquico, à depressão.    A agressividade cuja manifestação é impedida, bloqueada, volta-se para dentro de tal forma que o agressor acaba por tornar-se a vítima.    A agressividade reprimida acaba sendo responsável não só pela sensação de culpa, mas também pelos inúmeros sintomas que a acompanham, com seus vários tipos de sofrimento.    Já dissemos, num momento anterior, que a agressividade é tão-somente uma forma específica de energia vital e de atividade.    Sendo assim, aqueles que ansiosamente reprimem seus impulsos agressivos reprimem ao mesmo tempo toda sua energia e atividade.   Embora a psiquiatria tente envolver as pessoas deprimidas em algum tipo de atividade, elas simplesmente acham isso uma ameaça.
    De forma compulsiva, elas evitam tudo o que possa suscitar desaprovação e tentam  ocultar seus impulsos destrutivos e agressivos, vivendo de maneira irrepreensível.  A agressividade dirigida contra a própria pessoa chega ao auge no caso do suicídio.  Tendências suicidas sempre são um alerta para que observemos a quem são dirigidas de fato as intenções assassinas.
      2 - Responsabilidade:
À exceção do suicídio, a depressão sempre é, em última  análise, um modo de evitar responsabilidades.  Os que sofrem de depressão já não agem;
meramente vegetam, estão mais mortos do que vivos. No entanto, apesar de sua contínua recusa em lidar de forma ativa com a vida, os depressivos são acusados pela responsabilidade que entra pela porta de trás, ou seja, por sues próprios sentimentos de culpa. O medo de assumir responsabilidades passa para o primeiro plano exatamente quando essas pessoas têm de entrar numa nova fase da vida, tornando-se bastante visível, por exemplo, na depressão puerperal.

      3 - Recolhimento - solidão - velhice - morte:

Estes quatro tópicos intimamente relacionados servem para resumir as áreas mais importantes dos três temas anteriores, mostrando quais são os nossos pressupostos básicos para refletir sobre eles. A depressão provoca o confronto dos pacientes com o pólo mortal da vida.  s pessoas que sofrem de depressão são privadas de tudo o que de fato está vivo, como o movimento, a mudança, o companheirismo e a comunicação.  Em sua vida, é o pólo oposto que se manifesta, ou seja, a  apatia, a rigidez, a solidão, os pensamentos voltados para a morte. Na verdade, embora esse aspecto mortal da vida seja sentido com intensidade na depressão, ele nada mais é do que a própria sombra do paciente.
      Nesse caso, o conflito está no fato de a pessoa deprimida ter tanto
medo de viver como de morrer.  A vida ativa traz consigo uma culpa e uma responsabilidade inevitáveis e esses são sentimentos que o deprimido faz questão de evitar. Aceitar responsabilidade é o mesmo que abandonar todas as projeções e aceitar a própria singularidade, ou o fato de estar só.
      Personalidades depressivas, no entanto, têm medo de fazer isso e,
portanto, precisam apegar-se aos outros.  A separação que, por exemplo, a
morte de pessoas íntimas lhes impõe, pode servir de estímulo para a
depressão.
      Os depressivos são, antes de mais nada, abandonados por conta própria e viver por conta própria, assumindo responsabilidades, é a última coisa que querem fazer. Ter medo da morte é um outro fato que não lhes permite suportar a condicionalidade da vida. A depressão nos torna honestos: ela revela a nossa incapacidade tanto para viver como para morrer.
      Segundo a psicóloga americana Lois todas as doenças que temos são
criadas por nós.  Ela afirma que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo.    "Todas as doenças têm origem num estado de não-perdão", diz a psicóloga.
      Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar.
      Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos
perdoar mais. Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão.   
      A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas
prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Lois.

      DOENÇAS / CAUSAS:
      AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
      ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
      APENDICITE: Medo da vida.  Bloqueio do fluxo do que é bom.
      ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
      ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
      ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
      BRONQUITE: Ambiente em família inflamado.  Gritos, discussões.
      CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
      COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
      DERRAME: Resistência. Rejeição a vida.
      DIABETES: Tristeza profunda.
      DIARREIA: Medo, rejeição, fuga.
      DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização.
      ENXAQUECA: Medos sexuais.  Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
      FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
      FRIGIDEZ: Medo.  Negação do prazer.
      GASTRITE: Incerteza profunda.  Sensação de condenação.
      HEMORROIDAS: Medo de prazos determinados.   Raiva do passado.
      HEPATITE: Raiva, ódio.    Resistência a mudanças.
      INSONIA: Medo, culpa.
      LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
      MENINGITE: Tumulto interior.    Falta de apoio.
      NÓDULOS: Ressentimento, frustração.    Ego ferido.
      PELE (ACNE): Individualidade ameaçada.    Não aceitar a si mesmo.
      PNEUMONIA: Desespero.    Cansaço da vida.
      PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
      PRESSÃO BAIXA: Falta de amor em criança.    Derrotismo.
      PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado.    Medo de não ter dinheiro
suficiente.
      PULMÕES: Medo de absorver a vida.
      QUISTOS: Alimentar mágoa.    Falsa evolução.
      RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
      REUMATISMO: Sentir-se vítima.    Falta de amor.    Amargura.
      RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional.    Culpa, crença em perseguição
        RINS: Crítica, desapontamento, fracasso.
      SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
      TIREÓIDE: Humilhação.
      TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular

sábado, 3 de dezembro de 2016

Entenda!

Aí pessoal que não entendeu nada sobre o estado de Calamidade Cultural decretado pelos artistas, jornalistas e muitos cidadãos do RS! Se é que preferem entender alguma coisa a engolir e cuspir ideias prontas.

1 - a) entendam o conceito de CULTURA: "todo aquele complexo que inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, a lei, os  costumes e todos os outros hábitos e capacidades adquiridos pelo homem como membro da sociedade" (grosseiramente
     falando)
    b) entendam o conceito de SOCIEDADE: "conjunto de pessoas que compartilham propósitos, gostos, preocupações e costumes, e que interagem entre si constituindo uma comunidade".
    c) entendam o significado de ESTADO: "conjunto das instituições que controlam e administram uma nação/região"; "país soberano, com estrutura própria e politicamente organizado"

2 - a partir disso, pensemos:
a)    as instituições públicas que pretendem extinguir não apenas prestam serviços essenciais para a cultura do agronegócio (que já foi dos mais fortes do país) e do empreendedorismo, como possibilitam acesso à pesquisa científica e econômica fornecendo dados e informações inclusive para o exterior além da fundação que presta um dos mais importantes serviços a toda população: INFORMAÇÃO. Algumas provêm a máquina Estatal com material de consumo (nisso incluído a produção de soro antiofídico, por exemplo) e trabalham em prol de uma das maiores problemáticas do nosso tempo: a QUESTÃO AMBIENTAL.  Mudar as Leis para fazer qualquer coisa à revelia do que é interessante para a sociedade, não afeta também a moral, as crenças, costumes e os hábitos dessa sociedade?
b)    a cultura de “apagar incêndios” não deveria, AFINAL, ser substituída pela cultura do planejamento a partir de contato com funcionários de carreira, diretamente envolvidos em cada setor, que trabalham em condições e estruturas sucateadas ao extremo? Não teriam estas pessoas mais capacidade e conhecimento que tecnocratas/amigos ocupantes de cargos públicos/políticos?

3 – Mudando as Leis que regulam a manutenção do patrimônio do Estado abre-se precedente para que cada novo governante saia dilapidando o NOSSO patrimônio sem que haja nenhum impedimento, facilitando as negociatas que vão privilegiar mais uma vez seus amigos empresários formando carteis sem nenhum interesse no bem estar da população e suas necessidades.

4 – Deixo alguns questionamentos para servirem de exercício de pensamento.
Apesar de o governo atual informar via site que consegue reaver alguns milhares de reais de dívidas antigas, o Estado do RS é hoje credor de mais de 11 bilhões em impostos atrasados do empresariado gaúcho. Os programas de parcelamento existentes são superficiais com resultados pífios.
- POR QUE EM 2015 O ATUAL GOVERNO CONCEDEU MAIS ISENÇÕES FISCAIS A EMPRESÁRIOS? POR QUE NÃO VIMOS LANÇAMENTO DE PROJETO PARA BALCÃO DE NEGOCIAÇÕES QUE INJETASSE EFETIVAMENTE VALORES SUBSTANCIAIS NOS COFRES PÚBLICOS?

- POR QUE NÃO SE VÊ PROJETO PARA REDUZIR SALÁRIOS MILHARDÁRIOS DOS TRÊS PODERES E BENEFÍCIOS COMO AUXÍLIO-EDUCAÇÃO PARA FILHOS DE MAGISTRADOS NO VALOR DE ATÉ 4.500 REAIS, ENQUANTO O ACHINCALHADO BOLSA-FAMÍLIA TEM O VALOR MÁXIMO DE 85 (SIM, OITENTA E CINCO REAIS)?


- SE FUNCIONÁRIO PÚBLICO COMO SE SENTIRIA EM ESTAR COM AS CONTAS ATRASADAS MESMO TRABALHANDO TODOS OS DIAS COM A POSSIBILIDADE DE VER SEU TRABALHO EXTINTO?

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

E AÍ? VAI FICAR SENTADO PENSANDO QUE TUDO QUE TE CONTAM NA TV É A PURA VERDADE?

Uma das ideias mais difundidas no Brasil é de que funcionário público é tudo aproveitador, vagabundo que deixa o casaco na cadeira e só volta para bater o ponto. Recentemente (e novamente) artistas foram incluídos no rol dos mamadores das tetas do governo quando sabemos que a verdade é bem diferente disso. Agora a sociedade vai permitir que um DESgovernador venda a preços irrisórios empresas fundamentais para valorização da educação e da cultura no Estado do RS? 

Servidores públicos estaduais, civis e militares, ativos e inativos vivem há décadas situações terríveis enquanto tentam cumprir suas atribuições e, cada vez mais desvalorizados, enfrentam falta de estrutura para trabalhar e agora parcelamento de salários. A RESPONSABILIDADE É NOSSA, MESMO DAQUELES QUE NÃO ELEGERAM ESSE IGNÓBIL. 

Vamos ficar calados como ficaram aqueles que permitiram genocídio de judeus, ciganos, negros e gays no século passado? 

CULTURA E EDUCAÇÃO são os principais alvos desse desmonte do Estado justamente por serem capazes de ensinar a pensar. Alguma coisa está muito errada quando uma empresa estatal que dá lucro (CORAG lucrou 7,7 mi em 2015) é cotada para ser extinta com argumento de economia, não é?

PRECISAMOS LEMBRAR QUE SÃO PESSOAS QUE TIVERAM TODO TIPO DE OPORTUNIDADE EDUCACIONAL E CULTURAL os responsáveis pelos maiores desmandos, roubos e atos de corrupção.

PRECISAMOS CRIAR A CULTURA DE COBRAR OS CHAMADOS REPRESENTANTES DO POVO PARA QUE AJAM COMO TAL! Mais que nosso direito, é nosso DEVER!

PRECISAMOS SIM, ACABAR COM A CULTURA da sonegação de impostos, ESPECIALMENTE DOS EMPRESÁRIOS AMIGOS DAS AUTORIDADES GAÚCHAS QUE DEVEM MAIS DE 11 BILHÕES AO ESTADO. CADÊ O PACOTE DE PARCELAMENTO PARA COBRANÇA DESSA DÍVIDA?

PRECISAMOS ACABAR COM A CULTURA de que é sempre “o outro”, o vagabundo, um dia dirão que é você.

PRECISAMOS VALORIZAR A CULTURA DE BUSCAR INFORMAÇÃO EM VÁRIAS FONTES, DE CONVERSAR COM SERVIDORES DIRETA E INDIRETAMENTE AFETADOS por desmandos e incompetência de “autoridades” com altíssimos salários (que eles mesmos aumentam quando lhes convém) que são parte das verdadeiras causas da situação degradante que vivemos.

PRECISAMOS ACABAR É COM A CULTURA DE QUE “NÃO É COMIGO”, POIS UM DIA SERÁ, NÃO HAVERÁ MAIS NINGUÉM A QUEM RECORRER.

PRECISAMOS ACABAR COM A CULTURA DE QUE EDUCAÇÃO E ARTE NÃO COMBATEM A CRIMINALIDADE quando oferecem novas oportunidades à população.

Os primeiros alvos foram estudantes, professores, artistas. Em seguida seu vizinho, servidor público que já não consegue pagar todas as contas. Daqui a algum tempo será na sua família, será você.



E AÍ? VAI FICAR SENTADO PENSANDO

 QUE TUDO QUE TE CONTAM NA TV É A

 PURA VERDADE?